Embriagado estou
Depois de escutar-lhe as palavras versadas.
Onde estou nesse devaneio?
Procuro-me e encontro-te:
Em meu, em teu amasso,
Teu recluso abraço
Que me deixa sóbrio (apenas por uns instantes)
Depois de senti-(lá) em mim
Seu olor, seu suor – escorre como lava
Em meu corpo
Entorpecendo-nos e fazendo-nos um só.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Semiótica
A pele diz, exala
Os olhos falam, denunciam
As mãos procuram e encontram
O corpo traduz. Responde.
São palavras – sinais vitais.
São canções, que se revelam sinfonia.
Que não mentem, transparecem:
Não forjam
Revelam
Não escondem nada.
Os olhos falam, denunciam
As mãos procuram e encontram
O corpo traduz. Responde.
São palavras – sinais vitais.
São canções, que se revelam sinfonia.
Que não mentem, transparecem:
Não forjam
Revelam
Não escondem nada.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
O que tá dentro tá fora, o que tá fora tá dentro.

- O mundo está roto, imundo.
quem fez isso ao mundo?
Foi eu, foi você?
- O Sistema não é bruto, o homem que está embrutecido.
- O mundo não é Cão, os homens é que estão!
"O gênero humano é capaz de destruir ou construir, preservar ou degradar"... (Dr. Domingues Pascoal).
Ainda há tempo de fazermos alguma coisa, seja pelo viés político ou solidário (sem nenhum engajamento), individual ou coletivamente.
O nosso Planeta está reagindo às nossas ações. Assim como o Universo devolve constantemente a energia que emanamos, A Terra também assim o faz. Por isso preste muita atenção ao que você está fazendo agora, o que está consumindo, o que você faz efetivamente que contribui com está condição atual do nosso Planeta.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
INACABÁVEL (talvez cabal cabível fosse...)
Acreditar no homem ou na vida?
Acreditar nos sonhos ou no pó da estrada?
- Mas o pó da estrada é feito também pelo homem.
E a vida onde fica nessa historia?
Soa como algo imaginário, quase intocável.
Diriam-me então alguns marxistas que estou subjetivo ao invés de cético,
Mas o tento do tentar
É ser poético.
Onde encontro então as respostas?
Pergunte à esfinge!
domingo, 30 de maio de 2010
Manhã Clara
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Da Janela
Janela me lembra saudade...
“Di” bruços olhando o infinito rosa-esverdeada oliva- azul pardo colibri-cinza adamascado- purpura anil.
Janela me lembra sensualidade...
Corpo sendo tocado por trás, com caricias em sofreguidão.
Janela me lembra festa...
Coisa de criança que pula e brinca e gira...
Janela me lembra, menina, moça mulher espiando tudo e todos que passam, pra depois contar tudo
Ou guardar em segredo recôndito d’alma!
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